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Conexão CT Recife>São Luís via webconferência



O projeto Crimes Tipográficos foi convidado pelo Professor do curso de Design da UFMA – Delano Rodrigues - para participar de uma webconferência com o objetivo de compartilhar experiências tipográficas com seus alunos e outros estudantes de áreas afins interessados no tema.

Através de um ambiente virtual da Rede Nacional de Pesquisa, a type designer Fátima Finizola contou um pouco sobre a história do projeto colaborativo, sua metodologia de trabalho e principais fontes digitais produzidas. O CT agradece o convite!
Posted at 19.06.2011

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Tipografia Vernacular Urbana - o livro



No último dia 15/10, durante o P&D Design 2010, foi lançada uma nova coleção de livros da Editora Blucher, chamada “Pensando o Design”, derivados de diferentes pesquisas acadêmicas. Dentre os 6 volumes da coleção, 2 deles são focados na tipografia. O Design Brasileiro de Tipos Digitais: a configuração de um campo profissional, de Ricardo Esteves e Tipografia Vernacular Urbana: uma análise dos letreiramentos populares, de nossa colaboradora Fátima Finizola.

Acompanhe release abaixo sobre o livro da Fátima.


Nas últimas duas décadas, a produção informal de design que surge espontaneamente nas ruas das grandes cidades, tem sido alvo de várias pesquisas acadêmicas de design, bem como objeto de referência para a produção do design formal em suas diversas áreas, na tentativa de fortalecer a identidade do design brasileiro. Particularmente, os letreiramentos populares, hoje são utilizados como uma interessante fonte de inspiração para o desenvolvimento de inúmeros projetos de novas fontes digitais no Brasil e em toda América Latina.

Nesse sentido, o livro ‘Tipografia Vernacular Urbana’ procura registrar e analisar, sob o ponto de vista da tipografia, alguns desses artefatos do design vernacular, bem como o processo criativo dos seus artífices, antes que venham a desaparecer quase ou por completo dos centros urbanos, devido às novas tecnologias digitais de impressão.

O livro, resultado da pesquisa de mestrado desenvolvida pela autora na UFPE, apresenta uma análise detalhada de elementos da anatomia tipográfica popular bem como propõe um modelo de classificação tipográfica para os letreiramentos populares, a partir de três aspectos: autoria, forma de representação visual da linguagem verbal e atributos formais. Por fim, a autora também nos introduz ao ofício do pintor letrista, através do registro dos métodos e ferramentas utilizadas no processo criativo desses artífices, bem como das referências visuais utilizadas como base para o seu trabalho.

“O Design Brasileiro de Tipos Digitais” e “Tipografia Vernacular Urbana” podem ser adquiridos na loja online da Editora Blucher e em breve também em outras livrarias. Boa leitura!
Posted at 02.11.2010

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Em busca da Memória Derretida do Recife



O designer Philipe Camarão tem percorrido a cidade do Recife em busca de tipos móveis há tempos. Confira a seguir seu relato.

O blog Memória Derretida, é um dos desdobramentos do meu projeto de graduação em Design, pela Faculdades Integradas Barros Melo. E tem como objetivo, identificar as Oficinas Tipográficas que ainda estão em funcionamento na cidade do Recife. Onde até esse momento já foram identificadas 12 oficinas, a maioria no centro da cidade. Um fato curioso nisso é o que mantém esse tipo de atividade ainda existente, que é a encadernação de monografias e restauro de livros.

Das doze oficinas localizadas durante a pesquisa, onze desenvolve esse tipo de projeto, ou projetos sazonais como cabeçalho para calendário e notas fiscais. A excessão é a oficina que é mantida no quartel da Policia Militar - PE, situada no bairro do Derby, centro do Recife. Ela é responsável pelas impressões de todos os documentos oficiais da Policia. Ou seja, se alguém algum dia levou ou levar uma multa, receber algum boletim de ocorrência, é bom ficar sabendo que aquelas "letrinhas" impressas nos talões dos policiais são tipos moveis!

Essa identificação dará vida há um documentário e um livro contando a história da imprensa em Pernambuco. Relatando a rotina de trabalho dessas oficinas, e tentando trazer de volta esse tema, novamente para o cenário de discussão. Refletindo sobre o futuro dessas oficinas que não estão em grandes centros acadêmicos como a UFPE, por exemplo. Mostrando o dia a dia de pessoas como Sr. Irivaldo Benevides, que é dono da Scorpion Encadernações (Situada na Rua da Saudade, 226 - Loja 06, Boa Vista, Recife - PE, ao lado do Expresso Cidadão), que é remanescente de uma tradicional familia de impressores, cujo seu pai participou da implantação da Oficina Tipográfica, do Centro de Artes e Comunicação - CAC, na UFPE. Entre outros personagens que foram encontrados durante a pesquisa.
Posted at 18.10.2010

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Tipografia Vernacular | Do analógico ao digital



Crimes Tipográficos orgulhosamente apresenta: Tipografia Vernacular | Do analógico ao digital. Você é nosso convidado. Acompanhe a seguir nosso release.

A diversidade da paisagem tipográfica dos centros urbanos nos proporciona uma série de experiências visuais. Nesse universo, encontramos os letreiramentos populares, que resistem ao tempo - apesar das intensas inovações tecnológicas na área da comunicação visual, como uma forma de expressão da cultura material de um povo e da produção espontânea e informal do design.

A Mostra Tipografia Vernacular: do analógico ao digital registra a diversidade do trabalho de letristas populares, bem como apresenta um recorte da atual produção tipográfica digital brasileira que busca referências neste universo, destacando seus pontos de interseção e diferenças.


| SERVIÇO |

Abertura da Exposição Tipografia Vernacular: do analógico ao digital
Debate com os curadores - Fátima Finizola e Damião Santana [Crimes Tipográficos] e o professor convidado Josinaldo Barbosa.

Galeria do Centro de Design do Recife, casa 10, Pátio de São Pedro
Dia 08.07.2010 - 19h

Período da Mostra
08.07 à 08.09.2010, das 9h às 17h, de segunda a sexta-feira
Posted at 05.07.2010

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Dicas de Tipografia do CT na Computer Arts



A edição de janeiro da Computer Arts trouxe "101 Dicas de Tipografia" fornecidas pela comunidade internacional de designers e tipógrafos. Compartilhamos aqui com vocês as dicas enviadas pelo CT.

[ Design Gráfico]  

1 | Criação ou edição de tipos para projetos de identidade visual 

O uso de uma tipografia exclusiva é sempre um elemento diferencial  na criação de projetos de identidade visual. Para evitar o uso de fontes comerciais que podem ser adquiridas e utilizadas por qualquer outra empresa, vale a pena criar ou editar tipos para compor a identidade visual em questão.


A tarefa de criar uma família tipográfica requer uma habilidade que nem todo designer possui, portanto executar edições que diferenciem tipografias existentes é o caminho viável para a maioria mas que mesmo assim requer alguns cuidados.


Algumas modificações tipográficas são consideradas tabus pela comunidade de designers. Achatar e condensar tipografias artificialmente são as duas modificações mais conhecidas e banidas do modus operandi da grande maioria destes profissionais. Entretanto, nem tudo é terror quando se pretende modificar a anatomia de tipos para uso no design gráfico. Manter a integridade proporcional do tipo pode ser um bom parâmetro para começarmos a entender os limites dessa prática que permite cortar ou adicionar serifas, variar a espessura de hastes, criar conexões entre as letras, dentre outros recursos. Cabe ao bom senso estético do designer avaliar a quantidade ou gravidade das alterações executadas. O efeito colateral dessa prática é que ao final da edição os tipos não funcionarão mais como um arquivo de fonte, serão apenas objetos vetoriais que além de serem usados na identidade visual em desenvolvimento, poderão dar origem até mesmo a uma nova tipografia.





[ Projeto Tipográfico]  

2 | Observar a paisagem tipográfica de sua cidade 

Colocar-se diante do papel em branco para desenvolver uma nova tipografia pode soar desesperador e nos fazer concluir que todas as fontes já foram inventadas. Entretanto há caminhos sempre ricos para novas idéias. Na hora de desenvolver um novo projeto, uma boa dica é utilizar a própria paisagem tipográfica urbana de sua cidade a seu favor.  As fachadas, muros, placas, de cada cidade são muitas vezes utilizados como importante veículo de comunicação e propaganda publicitária e artística. Vale a pena despertar o seu olhar para essa diversidade tipográfica que faz parte de nosso entorno, prestando atenção ao trabalho dos ‘tipógrafos’ informais e espontâneos, como letristas populares, grafiteiros, e pichadores que podem servir como uma fonte de referência inspiradora para o desenvolvimento de novas fontes. Vale a pena ir a campo, fazer registros fotográficos e até mesmo conversar com estas pessoas. O site dos Crimes Tipográficos apresenta uma série de trabalhos desenvolvidos a partir desse olhar sobre a tipografia popular e regional pra quem quiser conferir.



3 | Metodologias criativas 

Pra quem está começando, há algumas metodologias para o trabalho criativo que podem ser seguidas. Uma delas é trabalhar com fontes modulares. Os módulos elegidos são repetidos a partir de uma malha pré estabelecida para compor os novos caracteres da fonte. Esse módulo pode partir de um simples quadrado e dar origem a uma fonte pixelizada, ou pode ser mais elaborado e partir de três ou quatro elementos que se combinam entre si através da repetição e definem as hastes horizontais, verticais, curvas e diagonais da nova fonte. O site www.fontstruct.com tem uma ferramenta on-line que permite algumas experimentações neste sentido.  Outro caminho interessante é fazer experimentações manuais e desenvolver fontes com base caligráfica ou no lettering. A sua própria caligrafia pode se tornar uma fonte em potencial; ou, pra quem curte caligrafia avançada, praticar sua destreza manual através de cursos ou livros da área também pode render caminhos interessantes para futuras fontes. Aqui no Brasil, os calígrafos Andréa Branco [SP] e Cláudio Gil [RJ] oferecem diversos cursos na área. Pra quem quer conhecer o trabalho de alguns tipógrafos que trabalham nessa linha, vale a pena conhecer as fontes do Alejandro Paul [Argentina] e do Ricardo Esteves [Brasil]. 



4 | Invista em tipografia 

Respire tipografia, se alimente de tipografia, viva tipografia! A excelência do trabalho tipográfico depende do amadurecimento de cada tipógrafo bem como da sua dedicação intensiva a cada projeto. Fazer fontes digitais não se restringe em ter apenas um bom domínio dos softwares. É importante estudar história da tipografia, estar a par da literatura mais atual da área, fazer cursos não só de tipografia digital, mas de caligrafia e até impressão tipográfica [tipos de metal], conhecer o trabalho dos tipógrafos mais atuantes no Brasil e no mundo e se possível trocar ideias com eles. Todo esse conhecimento só tem a contribuir de forma positiva no resultado final de cada projeto tipográfico desenvolvido. Recomendamos os cursos do projeto Tipocracia e da OTSP – Oficina Tipográfica São Paulo.



5 | Projetando fontes dingbats 

O advento da tipografia digital trouxe enorme potencial para o fazer tipográfico de forma geral, e em especial para a tipografia experimental. Os antigos ornamentos tipográficos presentes nos tipos de metal, deram lugar às atuais fontes iconográficas, conhecidas como dingbats. A partir de um set mínimo de 26 ilustrações - o que equivale, pelo menos, à caixa alta ou caixa baixa de um alfabeto - é possível gerarmos fontes compostas por símbolos, ornamentos, ilustrações figurativas ou até mesmo grafismos abstratos. As imagens podem ser geradas a partir de experimentos manuais, e posteriormente digitalizadas, ou desenvolvidas diretamente em softwares de ilustração, como o illustrator. O importante é que as figuras, selecionadas para compor a fonte dingbat, apresentem uma consistência no seu traço, assim como qualquer fonte de texto. Essa é uma maneira divertida e rápida de gerar fontes, bem como de iniciar o aprendizado para os softwares específicos da área.
Posted at 27.02.2010

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Tipografia Zitograf a todo vapor em Recife



Subindo a Av. Norte, no bairro de Casa Amarela, Recife continua a funcionar uma das últimas gráficas recifenses a operar ainda com tipos móveis, a secular impressão tipográfica. A Gráfica Zitograf, que pertence a Eládio Araújo Guerra, mas conhecido como Seu Zito, imprime talonários e outros impressos em offset, mas mantém ainda um setor de tipografia com todos os seus equipamentos: uma impressora tipográfica Catú Minerva e uma preciosidade alemã da Heidelberg. O setor de tipografia conta ainda com um prelo "cabo de pá" da Funtimod, uma das primeiras aquisições de Seu Zito. A gráfica possui também duas impressoras offsets americanas da marca Multilith, formato 6 e 8.
O acervo de tipos móveis da Zitograf tem excelente nível de conservação e possui ainda pacotes de tipos fechados que nunca foram usados.

Confira mais fotos da Zitograf aqui.

Para saber mais sobre impressão tipográfica em Recife consulte o Flickr projeto acadêmico da UFPE, Tipos de Metal.


Posted at 04.11.2009

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Connexions>Conexões de la nouvelle scène graphique



Acompanhe uma pequena cobertura da mostra Connexions > Conexões [do novo panorama gráfico], que acontece no Sesc Pompéia, São Paulo, de 24 de setembro a 29 de novembro de 2009. A mostra integra as comemorações do ano da França no Brasil e reúne 10 convidados brasileiros e 10 franceses. Livros, cartazes, web, sinalização, identidades institucionais, folhetos, intervenções urbanas, tipografia, multimídia fazem parte desse vasto e variado repertório autoral que vem trazer deleite para os nossos olhos.

Crimes Tipográficos vem a público agradecer ao Rico Lins pelo convite, e à organização do Connexions>Conexões pelo cuidado na produção e montagem do espaço vernacular ocupado pelo nosso projeto colaborativo. Os agradecimentos se estendem a todos os nossos colaboradores nessa empreitada: Breno Carvalho [Recife, PE], João Paulo Angelim [Olinda, PE], Bernardo Lapenda [Recife, PE], Pedro Moura [Niterói, RJ], Vinícius Guimarães [São Gonçalo, RJ], Juliano Augusto [Belo Horizonte, MG], Fernando PJ [Salvador, BA], Marcelo Magalhães [São Paulo, SP], Fátima Finizola e Damião Santana [Recife, PE].

Confira mais fotos no nosso Flickr.

Posted at 03.10.2009

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CT na mostra Connexions>Conexões



A Mostra Connexions>Conexões acontece a partir do dia 24 de setembro de 2009, no Sesc Pompéia, São Paulo, como mais uma iniciativa de marcar o Ano da França no Brasil. A exposição visa explorar o diálogo entre as produções gráficas contemporâneas brasileira e francesa, e sua aplicação social, por meio de exposição de cartazes, peças gráficas e instalações multimídia, curadas conjuntamente por Christele Kirschtetter, diretora até 2008 do Pôle Graphique de Chaumont [França] e pelo designer brasileiro Rico Lins. Além de celebrar os 20 anos de atividades do Festival Internacional do Cartaz (que acontece em Chaumont), a exposição propõe um olhar sobre a nova gráfica francesa e brasileira, que vai além do cartaz e da matéria impressa, e dialoga com o digital, o espaço público, o vernacular e a arte contemporânea.

O projeto colaborativo Crimes Tipográficos é um dos grupos convidados e apresenta um recorte de sua produção tipográfica focada na cultura popular. A mostra traz 16 painéis que representam trabalhos de 10 colaboradores do projeto.

O evento traz palestras com Rafael Cardoso e Christelle Kirchstetter além de oficina com artistas brasileiros e franceses.

Acesse PDF para maiores informações
Posted at 19.09.2009

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Revista Continente traz trajetória da tipografia pernambucana



A produção tipográfica digital pernambucana está completando 10 anos e a edição 104 da revista Continente, de agosto de 2009, traz uma matéria especial sobre a tipografia no Brasil com enfoque no que foi produzido desde o final da década de 90 aqui em Pernambuco. Além de apresentar o trabalho dos principais tipógrafos do estado, a jornalista Patrícia Amorim destaca a produção acadêmica da UFPE que tem se enveredado pelo resgate dos tipos de metal e ainda traz uma entrevista com Luciano Cardinalli. A matéria abrange também o trabalho manual do calígrafo e designer Cláudio Gil e dos "abridores de letras" que constroem os cartazes informativos de supermercados.
Posted at 10.08.2009

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Por onde tem andado a 1Rial CT?



Uma das satisfações do type designer é descobrir peças gráficas com aplicações de seu trabalho, entretanto não é fácil seguir os passos de uma tipografia mundo afora.

Desde que foi lançada gratuitamente na web em 2006 a fonte 1Rial CT tem surgido em projetos bem diversos: desde peças locais de baixa tiragem até em mega projetos de alcance nacional, tanto de empresas privadas quanto em projetos do Governo Federal.

Os exemplos acima foram encontrados na campanha da Tramontina, VT do Ministério da Infra Estrutura do Governo Federal, Convite para festa [Mariana Belém], identidade visual da peça teatral Conceição [Carlos Moura], título do livro Noivas da Seca da editora UNESP e no encarte e rótulo do CD Brasil Afora do Paralamas [Tecnopop].
Posted at 29.05.2009

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